O governador do Paraná, Ratinho Junior, anunciou nesta sexta-feira (12) o fim da greve dos servidores estaduais. Porém, apesar do anúncio do governador, o Fórum das Entidades Sindicais (FES) afirma que o fim da paralisação só pode ser decretado após assembleias das categorias, que devem ser realizadas nesse sábado (13).

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De acordo com a administração estadual, foi formalizada uma proposta de reajuste com a implantação da data-base, com a primeira parcela de 2% liberada em janeiro de 2020, totalizando 5,08% de reposição. Assim, deve haver a reposição de aulas na rede estadual, principal serviço público prejudicado pela greve. O trabalho deverá ser realizado durante o período de recesso escolar. Caso não haja reposição de horas e aulas, haverá aplicação de faltas, com desconto em folha dos dias parados.

No entanto, a coordenação do FES informou que recebeu a proposta do governo por volta das 19 horas. Enquanto isso, segue a ocupação em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo estadual. Representantes do FES receberam do líder do governo na casa, o deputado Hussein Bakri (PSD), a proposta final para análise, na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). O documento, por escrito, será avaliado pelos sindicatos. As categorias poderão realizar assembleias e deliberar se aceitam ou não, de acordo com o comando da greve.

Os servidores pedem ao menos a primeira parcela do reajuste aplicada em outubro de 2019. Enquanto isso, manifestantes seguem acampados em frente ao Palácio Iguaçu, no Centro Cívico. A APP-Sindicato, que representa professores e funcionários das escolas da rede estadual, marcou uma assembleia geral da categoria no local, no sábado, às 8h30.

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