Foto: Chuniti Kawamura
Urnas: atração de outubro.

Em Curitiba, ninguém é candidato oficial, mas o eleitorado já prevê que a disputa deverá ficar polarizada entre tucanos e petistas. O prefeito Beto Richa (PSDB) anunciou que vai decidir apenas em maio se será ou não candidato à reeleição. Mas poucos apostariam em outro nome para concorrer pelo PSDB. Assim como a advogada Gleisi Hoffmann (PT) se movimenta desde o ano passado, embora oficialmente tenha de passar pelas prévias internas do PT.

Nas prévias internas no PT, Gleisi vai enfrentar o deputado estadual Tadeu Veneri, que também reivindica o direito de ser candidato da legenda. No entanto, a recente eleição para a presidência do PT, em que venceu no primeiro turno, mostra a força interna de Gleisi. E, também aí, dificilmente ocorrerá alguma surpresa.

Situação mais complexa enfrenta o PMDB, com um congestionamento de candidatos. São cinco pretendentes que desde o ano passado promovem debates e soltam farpas entre eles, na ânsia de ser o nome do partido, que tem a força de ocupar o governo do Estado. Os nomes do PMDB são: Carlos Augusto Moreira Júnior, preferido do governador Roberto Requião, Rafael Greca, Stephanes Júnior, Rodrigo Rocha Loures e Marcelo Almeida.

No PPS, Rubens Bueno, que nas duas últimas eleições em Curitiba abocanhou uma expressiva fatia do eleitorado, vai tentar mais uma vez conquistar a Prefeitura da capital paranaense. No PSC, o deputado Ratinho Júnior desponta com um grande trunfo: foi o mais votado em Curitiba para a Câmara Federal e aparece como uma nova liderança política, correndo para surpreender.

Além desses nomes, há ainda os que vêm a bordo das pequenas legendas, como Ricardo Gomyde pelo PCdoB, Melo Viana pelo PV, o já conhecido Jamil Nakad pelo PAN, Nivaldo Migliozzi pelo PTC, entre outros.