Brasília – O Tribunal Superior Eleitoral divulgou nesta segunda-feira (25) balanço em que informa o número de parlamentares federais que têm seus mandatos contestados: são quatro senadores e 25 deputados federais, segundo a assessoria do TSE. Os processos contra eles contém acusações como "compra de votos, abuso de poder político e/ou econômico e uso indevido de meios de comunicação", entre outras.

As ações contra esses parlamentares entram na categoria conhecida como "recursos contra expedição de diploma" e são movidas pelo Ministério Público Eleitoral ou por adversários políticos. Ainda segundo o TSE, há outras 19 ações contra deputados federais e duas contra senadores em tribunais regionais eleitorais (TREs), sob segredo de Justiça.

Os senadores que respondem a processos no TSE são: Rosalba Ciarlini (DEM-RN); Cícero Lucena Filho (PSDB-PB); Expedito Júnior (PPS-RO); Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR).

Dos 25 deputados federais questionados, 9 são do Rio: Bernardo Ariston (PMDB), Silvio Lopes (PSDB), Andréia Zito (PSDB), Solange Almeida (PMDB), Geraldo Pudim (PMDB), Eduardo Cunha (PMDB), Rodrigo Maia (DEM), Hugo Leal (PSC) e Nelson Bornier (PMDB).

De São Paulo, são sete os processados: Paulo Pereira (PDT), Guilherme Campos (DEM), Walter Ihoshi (DEM), Devanir Ribeiro (PT), Valdemar Costa Neto (PR), Abelardo Camarinha (PSB) e Aline Corrêa (PP).

Há ainda dois do Rio Grande do Sul (Vilson Covatti, do PP, e Pompeo de Mattos, do PDT), dois de Mato Grosso (Pedro Henry e Eliene Lima, ambos do PP), um de Minas Gerais (Carlos Melles, do DEM), um de Rondônia (Anselmo de Jesus, do PT), um de Tocantins (Laurez da Rocha Moreira, do PSB), um de Roraima (Neudo Campos, do PP) e um de Alagoas (Francisco Tenório, do PMN).

Além dos parlamentares, o TSE informa que estão sendo processados sete, dos 27 governadores eleitos.