Por maioria de votos, a 3.ª Câmara Cível negou provimento ao agravo interposto pela UEG Araucária Ltda visando anular decisão que deferiu perícia requerida pela Copel, a fim de apurar falhas técnicas porventura existentes na construção da usina processadora de gás natural. Para o desembargador Munir Karam, relator do voto vencedor, há necessidade de perícia frente aos riscos a que estão expostos funcionários e moradores próximos à usina, além da manutenção do “padrão de qualidade Copel”, que situou a companhia entre as três maiores do mundo no setor , enfatizando a cautela na prevenção de possíveis quedas de energia elétrica ou blackouts. Karam ressaltou a disparidade entre as turbinas encomendadas à Siemens-Westinghouse e o gás fornecido pela Compagás, com índices de propano acima do inicialmente acordado.