Mais de duzentas pessoas, entre estudantes universitários, estagiários do porto e ecologistas, participaram hoje da lavagem simbólica do silo público (silão), que armazenou durante um mês a soja transgênica que seria exportada pelo Porto de Paranaguá. ?Estamos arrumando o espaço para dar mais qualidade ao porto. É mais uma página virada com relação à soja transgênica no Paraná?, afirmou o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Eduardo Requião.

A higienização do silão reuniu manifestantes de várias entidades ecológicas. Do Greenpeace vieram ativistas de vários estados brasileiros. Eles desceram de rapel de uma das esteiras do porto e estenderam uma faixa com os dizeres: ?Faça como o Paraná. Diga não aos transgênicos?. (Leia mais na edição de amanhã do jornal O Estado do Paraná)