O prefeito de Campo Magro, Louvanir Menegusso (PFL), através de seu advogado Lineu Tomass, contestou a matéria publicada ontem em O Estado do Paraná, a respeito da denúncia-crime formulada pelo Ministério Público, onde o prefeito seria acusado de desvio de verbas públicas e de efetuar compras sem licitação.

De acordo com a nota, as denúncias tiveram origem em 2000, na época da eleição municipal, onde Menegusso era candidato à reeleição. As denúncias teriam partido do grupo político adversário, composto pelo PMDB, PT e PDT. O advogado lembra que mesma denúncia foi feita ao Tribunal de Contas, que arquivou o processo em 2003 por falta de provas.

Segundo ele todos os procedimentos licitatórios da Prefeitura foram feitos em obediência à legislação vigente. “Não existe fraude na questão das licitações. O que aconteceu foi que o promotor do caso somou todas as notas de despesas de um ano inteiro, e é óbvio que assim o valor ultrapassou. Mas as licitações foram feitas em épocas diferentes e por secretarias diferentes”, esclareceu Tomass.

“Quanto à aquisição de saibro e da saibreira, a operação obedeceu a licitação, e a doação do terreno da saibreira ao município resultou num lucro aos cofres do município de mais de R$ 180 mil.”