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No país com uma taxa oficial recorde de 12% de soropositivos, ou 5,7 milhões de afetados pelo vírus da Aids, numa população de 48 milhões de habitantes, as autoridades sul-africanas e os organizadores preveem grande distribuição de preservativos durante a Copa do Mundo e diferentes campanhas; através, inclusive de vuvuzelas vermelhas.

Essa cor – que simboliza internacionalmente a solidaridade para com as vítimas – nas tradicionais cornetas é acompanhada dos dizeres ‘Faça barulho contra o HIV’.

O objetivo é evitar que a afluência em massa de visitantes traga novas complicações e doenças venéreas à população.

Tradicionalmente, os Mundiais são propícios à maior atividade sexual e a um incremento da prostituição, pelo que a organização do torneio vem defendendo a prevenção.