A Previdência Social identificou desequilíbrio financeiro de aproximadamente R$ 3,9 bilhões nos fundos de pensão, segundo estudo dos balancetes contábeis de dezembro de 2001, realizados pela Secretaria de Previdência Complementar do Ministério da Previdência e Assistência Social.

Para o ministro da Previdência, José Cechin, o desequilíbrio financeiro percebido em alguns fundos deve-se às mudanças nas regras de marcação dos fundos de renda fixa, alterações recentes na legislação que regulamenta as normas dos fundos de pensão e às baixas no mercado de ações – a legislação permite que os fundos apliquem até 30% dos seus investimentos em renda variável.