Em depoimento à CPI do Banestado nesta sexta-feira (15), o promotor de Justiça de São Paulo Sílvio Antônio Marques, que investiga o suposto esquema de corrupção na administração Paulo Maluf na prefeitura de São Paulo, forneceu detalhes sobre o provável caminho percorrido pelo dinheiro recebido a título de propina até o exterior, tendo supostamente como beneficiário o ex-prefeito.

O promotor deteve-se especialmente sobre o caso da construção da avenida Água Espraiada pela construtora Mendes Júnior. Segundo avaliações iniciais, a obra deveria ter custado R$ 250 milhões, mas foram gastos R$ 800 milhões pela prefeitura de São Paulo. (Leia mais na edição de amanhã do jornal O Estado do Paraná)