O GP do Brasil está sendo encarado como uma corrida qualquer por técnicos e mecânicos da Renault. O orientação é do coordenador da equipe, Steve Nielsen, que justifica: ‘Erro maior seria fazer algo diferente do que fizemos nas 17 etapas. Cometemos alguns equívocos este ano, mas pior seria rever tudo na última hora’, afirmou o inglês.

Em Interlagos, além da disputa pelo título dos pilotos entre Fernando Alonso e Michael Schumacher, Renault e Ferrari lutarão pelo campeonato de construtores. ‘Flavio Briatore e eu nos reunimos com os meninos lá no Japão. Cada um já sabe o que deve fazer. Se a Ferrari conseguir classificar-se em 1.º e 2.º, nós precisaremos de um 3.º e um 4.º para conquistarmos os dois campeonatos’, disse Nielsen.

A única orientação distinta repassada aos cerca de 80 integrantes do time refere-se à corrida: Nielsen explica que, domingo, caso Alonso tenha um problema que o deixe parado no box por 5 minutos, ainda assim a equipe o recolocaria na pista, algo que não ocorreria numa etapa normal.

O inglês diz que os pneus serão decisivos no resultado do GP. ‘Como regra, o Alonso é sempre muito rápido aqui em Interlagos. Os pneus funcionando, não será diferente.