O animal escorregou para o buraco com as patas traseira, tentou evitar a queda, mas seu peso, associado à força gravitacional, levaram-na cada vez mais para o fundo, onde existe um rio subterrâneo. Na casa em frente, Fernanda Schoroeder contemplou o drama equino, enquanto o cavalo, assustado, fugiu do local. A égua cada vez mais ia para o fundo do buraco.

“Eram aproximadamente 11h30 quando eu olhei pela janela e vi o drama do pobre animal. Eu a vi escorregando para dentro do buraco e em poucos minutos a égua estava com apenas as duas patas para fora. Seu rosto expressava pânico. Ela queria sair mas não conseguia. Por mais que tentasse sair, mais ela ia para o fundo”, disse Fernanda. Ela ligou rapidamente para o Corpo de Bombeiros, que chegou em poucos minutos.

Neste meio tempo, o equino já havia sido tragado por inteiro. E, mais que isso, dentro do buraco ela acabou se virando e ficou de cabeça para baixo, correndo o risco de morrer asfixiada. Quanto mais o animal se mexia, mais se afundava.

Os bombeiros então convocaram uma retroescavadeira para aumentar a circunferência do buraco. O trabalho demorou quase uma hora e meia. Por fim, o animal foi resgatado. Sujo, esfolado e assustado. Nem conseguiu por-se em pé. Em seguida, os bombeiros acionaram a Central de Zoonose para recolher a égua que pertencia a um morador da favela do Parolin, a poucas dezenas de metros do local da ocorrência.

Confira a galeria de fotos da égua.