Desde que voltaram à Penitenciária Feminina do Paraná, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, Cristiana e Allana Brittes, rés no caso da morte do jogador Daniel, foram transferidas de ala, após serem ameaçadas por outras detentas. O julgamento foi retomado no dia 01 de abril, data em que a dupla acabou mudando de ala. A informação foi confirmada pela defesa da família.

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Segundo documento assinado pela diretora da penitenciária, Alessandra Antunes do Prado, após retornarem das audiências do caso que respondem, no começo de abril, as duas foram hostilizadas pela ‘massa carcerária’. No texto, a diretora menciona que as duas foram recebidas com gritos de “Ih, fora!”. Assim, a diretora justifica que “a fim de não expor as acusadas a perigo e não causar agitação das demais presas”, as duas foram alojadas na Galeria A, onde seguem presas desde o dia 01 de abril.

A galeria em questão, de acordo com a diretora, é um local menor, com menos acesso de outras detentas, além de abrigar, em sua maioria, presas provisórias. Alessandra ainda recomenda à juíza Luciani Regina Martins de Paula, da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, onde o caso é julgado, que Allana e Cristiana sigam nessa ala, para “preservar suas integridades físicas, bem como, evitar tumultos e situações indesejáveis junto às demais presas”.

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Defesa

Em nota, a defesa da família Brittes afirma apenas que teme pela integridade física delas e ao mesmo tempo busca a liberdade das duas.

Após 44 testemunhas de defesa, audiências do caso Daniel chegam ao fim