Imagens dos suspeitos de matar a diarista Tereza Vidal de Lara Franco, 49 anos, em Itaperuçu, foram divulgadas nesta segunda-feira (6) pela Polícia Civil de Rio Branco do Sul, na tentativa de identificar os dois homens que fogem a pé do local do crime. As imagens foram gravadas por câmeras de segurança da vizinhança no feriado do Dia do Trabalho, quarta-feira (1º), quando a Tereza de Lara foi assassinada em sua residência com várias facadas no corpo. A polícia promete sigilo absoluto para quem ajudar a identificar os autores.

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Segundo o delegado de Rio Branco do Sul, Rafael Bacelar, os vídeos foram divulgados para que a população possa colaborar com a investigação da polícia, informando nome, apelido, endereço ou qualquer outro tipo de informação que possa colaborar com a identificação dos dois suspeitos de cometer o crime. “As imagens são do dia em que Tereza de Lara foi morta e é possível ver dois homens chegando ao local e, depois, fugindo da casa. O objetivo é identificá-los para apurar o possível envolvimento deles no crime”, explicou Bacelar.

A polícia promete sigilo total e anonimato no recebimento de informações. “As pessoas podem usar o disk denúncia ou ligar na delegacia”, disse o delegado. Os telefones disponibilizados para receber as ligações são (41) 99967-9220 (WhatsApp) ou o telefone (41) 3652-2395.

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Dia do crime

O assassinato da diarista é um mistério para a família. Ela foi encontrada morta em sua casa em Itaperuçu, na Região Metropolitana de Curitiba, com facadas na perna direita, mão esquerda e ombro. Socorristas do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (SIATE) foram chamados para atender uma ocorrência na Rua Leomar Pedroso de Moraes, no bairro São Domingos. Ao chegarem ao local, a vítima já se encontrava em óbito.

A Polícia Militar foi acionada e prontamente iniciou a investigação. Para a família da diarista, o caso pode ser de roubo na residência, até porque ela tentou se defender do autor das facadas.

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Marido na Delegacia

No dia do crime, o marido de Tereza de Lara foi o primeiro a encontrar o corpo e, no desespero, colocou as mãos na esposa. Com as mãos cheias de sangue, entrou em contato com as autoridades. Depois, prestou depoimento na delegacia de Rio Branco do Sul e foi liberado. A polícia não ofereceu detalhes sobre o que ele teria contado.

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