Mais um suspeito de envolvimento a ataques a carros-fortes foi preso por policiais civis do Centro de Operações Policiais Especiais (COPE). Jheison Joaquim Rosa, 31 anos, foi preso nessa segunda-feira (16) no bairro Jardim Paulista, em Campina Grande do Sul (RMC).  Os ataques aconteceram janeiro e julho deste ano.

Segundo o delegado Rodrigo Brown, ficou comprovado que o suspeito comandava pelo menos três marginais que roubaram os veículos utilizados nas ações criminosas. O trio, que já está preso, efetuava os roubos dos veículos sob a orientação de Jheison, que recebia os carros para cometer o crime e posteriormente os abandonava.

“No momento da prisão, a equipe policial teve trabalho, pois o suspeito se encontrava escondido em um sobrado de alto padrão e ao perceber a presença da polícia tentou se evadir da residência, pulando muros das casas vizinhas e se escondendo no banheiro de um bar nas proximidades. Porém, foi localizado rapidamente e teve seu mandado de prisão cumprido”, explicou o delegado.

O suspeito chegou a quebrar seu telefone celular durante a fuga para impedir que a polícia tivesse acesso aos seus dados. De acordo com a polícia, durante as investigações ficou comprovado que o suspeito investiu o dinheiro proveniente dos roubos em veículos de luxo, um Audi A3 e um Spacefox Trend, os quais tiveram busca e apreensão determinada pelo poder judiciário e estão sendo procurados pelos policiais.

O homem, que tem passagem policial por receptação, roubo e tráfico de drogas, agora responde também pelos crimes de associação criminosa e roubos de veículos. As penas desses crimes recentes chegam a 13 anos quando somadas. Jheison se encontra à disposição da Justiça.

BR-277

Em um dos crimes, que aconteceu no dia 29 de julho na BR-277 sentido Morretes, o veículo da empresa de transporte de valores seguia, com quatro seguranças, quando foi surpreendido por um grupo de oito homens armados que estavam em dois carros, uma Range Rover Evoque e um Corolla. Fortemente armados, com fuzis calibre 50 e 762, de uso restrito às Forças Armadas, os bandidos atiraram contra os vigilantes e os obrigaram a parar.