O segundo suspeito de participar da morte do sargento Antonio Carlos Pires está preso na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Emerson dos Santos Cunha, 20 anos, conhecido como Guerra, estava no veículo Gol prata que foi utilizado pelos assassinos no último sábado (26). Guerra estava foragido há dez dias da Colônia Penal Agrícola e cumpriu 5 anos de pena por roubo. Além de Guerra, Mikael Benedito de Moura está detido conforme noticiado ontem pela Tribuna do Paraná.

Foto: Hedeson Alves/Tribuna do Paraná.
Foto: Hedeson Alves/Tribuna do Paraná.

O crime

Na coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (30), envolvendo o Delegado Thiago Nobrega, o Coronel Hudson Teixeira e o Tenente-Coronel Marcos Sperka, deram mais detalhes sobre o crime. O carro roubado pelos assassinos era ocupado por cinco pessoas e o objetivo da quadrilha era de assaltar uma residência. No entanto, no meio do caminho avistaram o carro do sargento e decidiram roubá-lo.

“O Sargento fazia este caminho é mandou mensagens para a esposa avisando que estava indo para casa. Ele chegou a ligar, mas ela estava na missa. Aí o autor dos tiros bateu a arma no vidro do carro e teria notado que o sargento poderia reagir. Neste momento, dois tiros atingiram Pires”, relatou Thiago Nobrega. Até por ter esta intenção de roubo, os responsáveis pela morte do Sargento irão ser julgados futuramente por latrocínio.

O carro roubado pelos assassinos era ocupado por cinco pessoas e o objetivo da quadrilha era de assaltar uma residência. Foto: Hedeson Alves/Tribuna do Paraná.
O carro roubado pelos assassinos era ocupado por cinco pessoas e o objetivo da quadrilha era de assaltar uma residência. Foto: Hedeson Alves/Tribuna do Paraná.

Foragidos

Três homens são considerados foragidos. Rodolfinho, Bruno “Corinthiano” e Tiago participaram do crime segundo a investigação. Peritos identificaram via digitais que estes indivíduos agiram na noite do último sábado. “Ainda seguimos no trabalho e pedimos a ajuda ainda mais da população”, disse Sperka.

Dor para a PM

A perda do Sargento Pires é ainda muito sentida pela corporação. Foram 28 anos dedicados ao trabalho policial e atualmente era responsável pela logística do transporte do 23° Batalhão da Polícia Militar. ” A PM sangra, mas a sociedade ainda mais”, desabou o Tenente Hudson. Pires era um policial bem querido na corporação.

Sargento Pires foi assassinado na Cidade Industrial de Curitiba. Foto: Reprodução / WhatsApp
Sargento Pires foi assassinado na Cidade Industrial de Curitiba. Foto: Reprodução / WhatsApp

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