Cinco homens e duas mulheres suspeitos foram detidos pela Delegacia de Furtos e Roubos (DFR). Eles são suspeitos de integrar uma quadrilha que, segundo as investigações, assaltou pelo menos 11 casas em dois meses em Curitiba e região metropolitana . Bicicletas, instrumentos musicais, óculos, perfumes, eletrodomésticos e diversos outros pertences roubados, além de cinco carros tomados em assalto e quatro armas, foram apreendidos com o grupo.

Os bandidos costumavam “rodar” até encontrar uma oportunidade, e as vítimas eram abordadas quando estavam entrando ou saindo de suas residências. “Elas mencionaram que o grupo agia com bastante violência, usando pistola com mira laser – algo que chamou a atenção das equipes de investigação”, afirmou o delegado André Feltes, da DFR. As vítimas eram amarradas e cobertas, para que não vissem os marginais, durante a ação.

Os assaltos eram feitos pela quadrilha “praticamente dia sim, dia não”, afirmou. O primeiro suspeito, Thalisson Barbosa Gomes Junior, 21 anos, foi preso em agosto. Na segunda-feira passada (5) Eraldo Borges Medeiros foi o segundo a parar na carceragem da DFR. Segundo o delegado, os outros suspeitos estavam sendo monitorados e, na madrugada da quinta-feira (8), os policiais receberam informações de que eles estariam removendo as armas de um local para o outro, em posse de vários produtos roubados.

Alex Gomes da Silva, 29, Marlon Roberto da Silva, 33, Anderson Pinheiro dos Santos, 21, e Jéssica Preto Ávila, 26, além de uma mulher de 35 que já foi liberada após pagar fiança, foram capturados em residências dos bairros Estados e Iguaçu, em Fazenda Rio Grande.

“Eles roubavam praticamente a casa inteira. Tudo o que conseguiam de valores, levavam embora”, disse o delegado. Além de dezenas de objetos, uma caminhonete CRV, levada no Capão Raso; um Polo, do Campo Comprido; um Punto, do Capão Raso; um Idea, da Cidade Industrial; e uma Ecosport, do Pinheirinho – todos os crimes entre 26 de julho e 31 de agosto -; foram recuperados com a quadrilha.

As investigações da DFR continuam, a fim de identificar outros possíveis membros da associação criminosa.

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