O Colégio Estadual João Ribeiro de Camargo, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), foi invadido e furtado novamente na noite da última quarta-feira (1). Mas, desta vez, com a ajuda de câmeras de segurança, um homem foi identificado e preso pela Delegacia de Colombo, segundo informações da diretora do colégio, Joceli Koppe. Ainda de acordo com Joceli, somente neste ano, ela conta que foram dez episódios de furtos registrados por meio de boletins de ocorrência.

“Uma das câmeras que ele tentou tirar, chegou a filmar a ação. Juntamos com uma denúncia que a gente já tinha recebido, de um possível suspeito, e com as imagens deu pra identificar que era essa pessoa mesmo, um antigo caseiro de uma chácara aqui ao lado. A gente desconfia que ele já tenha entrado na escola outras vezes, isso porque parece que a polícia encontrou objetos na casa dele, que foram furtados no ano passado”, explicou.

Procurada pela reportagem, a Polícia Civil informou que de fato chegou ao homem, que não teve o nome divulgado, por meio de denúncias, investigações e imagens de câmeras de segurança. Ele foi preso em sua casa e lá foram encontrados diversos objetos que seriam da escola. Apesar disto, ele negou os crimes.

Furtos constantes

Alunos e funcionários sofrem com a falta de segurança. Foto: Atila Alberti
Alunos e funcionários sofrem com a falta de segurança. Foto: Atila Alberti

No dia 27 de junho deste ano a Tribuna do Paraná esteve no colégio e ouviu a comunidade, já cansada de tantos furtos e violência. Na data, os bandidos haviam levado monitores, computadores e mais uma vez, deram um prejuízo enorme aos cofres públicos e, aos alunos. Além dos eletrônicos, os bandidos foram ousados e levaram até mesmo lâmpadas de led.

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E não é de hoje que o Colégio Estadual João Ribeiro de Camargo vem sofrendo com a ação de marginais. No dia 19 setembro do ano passado, a Tribuna acompanhou uma manifestação organizada por alunos do colégio. Os jovens cobravam segurança, por conta de uma tentativa de assalto contra uma professora. Ela foi abordada por dois homens armados no momento em que chegava à escola e a ação dos bandidos quase tirou a vida da funcionária. Além de coronhadas no vidro, para fazer com que a mulher entregasse o carro, os bandidos ainda atiraram duas vezes.

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