Foto por: Thomas Coex

O técnico da Holanda, Bert van Marwijk, disse neste domingo, após a derrota de seu país para a Espanha na final da Copa, por 1 a 0, que ganhou “a melhor” equipe, enquanto seus jogadores mostraram decepção, e Dirk Kuyt chegou a culpar o árbitro pela derrota.

“Venceu a melhor equipe. Estou decepcionado. É uma Copa e caímos apenas na final”, afirmou o treinador da “Laranja Mecânica”, que perdeu somente para a “Fúria” em todo o Mundial.

Os espanhóis venceram com um gol de Iniesta na prorrogação.

Já o atacante holandês Dirk Kuyt, que foi titular com sua seleção, também afirmou estar decepcionado com o resultado, já que a partida foi decidida aos 10 minutos do segundo tempo da prorrogação.

“É tão decepcionante. Estamos decepcionados, estivemos tão próximos da (conquista da) Copa. Também estamos chateados porque estivemos muito perto”, reconheceu o atacante do Liverpool, que assumiu por seus companheiros a responsabilidade da derrota.

“Não se pode culpar a outra equipe, porque nós somos responsáveis pelo nosso rendimento”, disse, sem deixar de protestar pela atuação do árbitro da final, o inglês Howard Webb.

“O árbitro esteve um pouco mais com eles do que conosco, e terminou nos custando a Copa”, completou.

Foto por: Thomas Coex

O técnico da Holanda, Bert van Marwijk, disse neste domingo, após a derrota de seu país para a Espanha na final da Copa, por 1 a 0, que ganhou “a melhor” equipe, mas fez algumas críticas à arbitragem.

“Venceu a melhor equipe. Estou decepcionado. É uma Copa e caímos apenas na final”, afirmou o treinador da “Laranja Mecânica”, que perdeu somente para a “Fúria” na decisão, realizada no estádio Soccer City, em Johannesburgo.

“É muito triste. O primeiro tempo foi muito tenso, tentamos fazer nosso jogo. Estávamos pressionados, por tudo. (Ajen) Robben teve duas grandes chances, mas a Espanha teve mais. Depois houve esse cartão vermelho contra (John) Heitinga”, disse, antes de se referir ao árbitro, o inglês Howard Webb.

“Não penso que o árbitro tenha controlado bem a partida”, disse, perguntado sobre os 14 cartões amarelos dados pelo britânico durante a final.

“Não quero falar da arbitragem, mas deveriam ter nos dado um escanteio no fim da partida e um cartão amarelo contra um espanhol que significaria sua expulsão. Mas a Espanha era a melhor, venceu”, acrescentou, antes de se referir ao elevado número de faltas.

“Não é nosso estilo cometer essas faltas. Mas era uma final, e os espanhóis também cometeram grandes faltas”, disse, explicando que as ações irregulares de alguns jogadores contra outros podem ter ocorrido por “haver intensidade” no campo do Soccer City.

“Queríamos fazer um bom futebol, mas havia uma grande equipe à frente. Mas repito que os dois times cometeram muitas faltas”, afirmou, convencido de que a seleção que marcasse primeiro venceria a Copa.

“Estava claro, o time que marcasse primeiro venceria, mas não tivemos sorte”, disse, reconhecendo que sua equipe ficou muito próxima da vitória.

“Ninguém pensava que chegaríamos à final. Estivemos perto dos pênaltis. Estivemos tão perto”, disse o treinador, cuja seleção caiu por um gol do espanhol Andrés Iniesta, que marcou aos 10 minutos do segundo tempo da prorrogação.