As vendas no comércio cresceram pelo segundo mês consecutivo, depois de terem registrado taxas negativas em agosto (-0,13%) e setembro (-0,18%). Em novembro, a taxa foi de 0,26%, com aumento de 0,17 ponto percentual em relação a outubro (0,09%).

O crescimento foi puxado principalmente pelos setores de móveis e eletrodomésticos, veículos e motos, partes e peças. Essas áreas, segundo o coordenador de Serviços e Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Nilo Macedo, são sensíveis à disponibilidade de crédito, principalmente do crédito consignado.

Os dados sobre o volume de venda do comércio em novembro, divulgados hoje pelo IBGE, mostram também que o setor de super e hipermecados sofreu queda de 0,37%, depois de ter apresentado alta de 0,62% em outubro.