Uma falha, por parte da 1.ª Vara do Tribunal do Júri, colocou em liberdade um rapaz que deveria ficar preso e manteve encarcerado outro, que havia conquistado o direito à liberdade. A confusão foi percebida e desfeita e R.B.S.P., 23 anos, voltou à cadeia. Alisson dos Santos Martins, 21, foi libertado. Eles, e Cleyton Rafael Pinheiro, 22, são acusados da confusão iniciada na saída da casa noturna John Bull, em junho, que terminou com a morte da estudante Kethellen Fabiulla Horning Antunes, 21, e deixou pelo menos outras três pessoas feridas a tiros.

Segundo explicou o advogado Alyson Martins Leite, defensor dos três réus, o inquérito já foi encerrado e o juiz, que interrogou os réus, as vítimas sobreviventes e testemunhas, segundo o advogado, concluiu que Alisson não participou ativamente do crime. O advogado diz que o exame de parafina não indicou que seus clientes tivessem pego em armas naquela madrugada e alega que eles são inocentes. A expectativa é que, até o final do ano, o juiz que conduz o caso determine se haverá ou não júri popular.