A Secretaria da Segurança Pública do Paraná divulgou nesta terça-feira (16) a implantação do Banco de DNA de criminosos, depois de pouco mais de um ano do anúncio da criação do “catálogo”. A partir de agora, todos os condenados por crimes hediondos e dolosos violentos integram sistema unificado para possíveis identificações em outros crimes.

A ideia é encontrar o responsável por crimes ainda sem solução, como o de Rachel Genofre. O material do suspeito de matar a menina está guardado desde 2008 e será comparado com o que será recolhido pelo laboratório. A tecnologia também pode inocentar suspeitos de crimes de estupro ou pedofilia, por exemplo. “Basta colocarmos o material encontrado na vítima no sistema e ele aponta se há semelhança com algum dado já existente, mesmo sem suspeito identificado”, explicou o delegado Rafael Vianna, da comissão de implantação do banco de dados.

Os vestígios deixados em locais de crime, como manchas de sangue e esperma serão importantíssimos no auxilio da criação do banco de DNA. “Assim teremos o material coletado e o sistema vai apontar se há algum suspeito já preso”, disse Hemerson Bertassoni Alves, diretor geral da Polícia Científica. A comparação de DNA vem sendo usada há dois anos informalmente e agora deverá ser rotina.

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