Uma equipe do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) vai a Londrina ajudar na investigação sobre a morte do agente penitenciário Francisco Gonçalves Filho, que ocorreu na última terça-feira. Segundo o sindicato da categoria, esta é a terceira morte de um agente da mesma unidade prisional em sete meses. No entanto, o delegado-chefe da Divisão Policial do Interior, Luiz Alberto Cartaxo, afirmou que essa morte não tem nenhuma ligação com os outros dois crimes. Ontem pela manhã, os sindicalistas se reuniram no centro da cidade para pedir mais segurança ao governo.

?A força-tarefa criada pela polícia investiga com o máximo rigor o caso. Não há espaço para esses bandidos no Paraná?, afirmou o secretário da Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari. ?Já sabemos que este crime não está ligado aos outros. Estamos trabalhando com outras hipóteses que não serão reveladas ainda para não atrapalhar a investigação?, afirmou Cartaxo.

Segundo o delegado Sérgio Barroso, chefe de polícia de Londrina, foi localizada uma motocicleta que pode ser a mesma utilizada pelos assassinos no dia do crime. ?Ainda estamos conferindo as informações. Não podemos confirmar que é o mesmo veículo. Vamos aguardar para tirar as conclusões?, explicou Barroso.

A morte do agente penitenciário levou o sindicato a organizar uma manifestação no centro de Londrina, ontem pela manhã. O agente foi assassinato na frente de sua casa quando chegava do trabalho.