O servente de pedreiro Anderson Thiago Kochinski não morreu eletrocutado conforme as primeiras informações divulgadas no local, na última quinta feira, dia 6 de junho. Segundo familiares que entraram em contato com a Tribuna, o laudo apontou como causa da morte do rapaz asfixia mecânica. Desta forma, o que seria uma morte acidental se transformou em homicídio.

Nesta segunda-feira a família da vítima vai comparecer na Delegacia de Homicídio para prestar esclarecimentos e repassar maiores informações sobre a vida do jovem à polícia. Desde o início, os parentes não aceitaram a versão de que o rapaz morreu quando fazia uma ligação de luz clandestina, conhecida por “gato”. “Ele foi assassinado e agora a morte dele vai ser investigada”, comentou a tia da vítima. O motivo é ainda uma incógnita, mas parentes de Anderson afirmaram que ele não tinha vícios e nem envolvimento com drogas.

Morte

Na quarta-feira, dia 5, amigos da vítima foram até a casa de Anderson chamá-lo para ir em uma chácara, em Pinhais. De acordo com informações, a vítima iria morar no local com amigos. Naquela noite, os mesmos colegas do rapaz teriam ido em uma festa, deixando Anderson sozinho para tomar conta da casa. No outro dia à tarde, o corpo do servente de pedreiro foi encontrado boiando no Rio Atuba, na divisa do Bairro Alto com Pinhais. Em suas mãos foi encontrado um alicate e próximo ao cadáver localizado um pedaço de fio condutor de eletricidade. (CB)