O menino de três anos que ficou com uma bala de revólver alojada no crânio durante cinco dias deve receber alta amanhã, em Foz do Iguaçu. A criança passou por consultas em dois prontos-socorros e as médicas não perceberam a presença do projétil.

Ontem, a secretária municipal da Saúde, Lisete Lima, informou que pediu com urgência um relatório à sua equipe para decidir se abre uma sindicância interna. O relatório deve ser concluído até 20 de fevereiro. “Não podemos julgar sem saber o contexto. Nunca houve queixa contra as médicas envolvidas”, defendeu.

A criança foi atendida nos dias 22 e 25 e, dois dias depois, após apresentar alterações, a tia do menino levou-o a um pediatra particular, que solicitou a radiografia e constatou o projétil. No dia seguinte foi feita a cirurgia para retirada da bala, no hospital.