A investigação da morte do garoto Vam Willian da Fonseca, 7 anos, sofreu reviravolta. O menino pode ter morrido por conta da ingestão ou inalação de entorpecentes e não por agressões.

Ontem, a Delegacia de Homicídios recebeu o laudo preliminar do Instituto Médico-Legal (IML), que não identificou lesões recentes no corpo da criança. Porém, o laudo oficial sai em 30 dias.

O delegado Alexandre Bonzatto explicou que as primeiras informações vieram do Centro Municipal de Urgências Médicas (CMUM) do Boqueirão, onde o menino morreu.

“No prontuário, havia indicadores de violência sexual. Além disso, os guardas municipais que levaram a mãe de Vam até a delegacia relataram que o médico havia indicado possíveis agressões.” A criança tinha machucados no rosto, mas, pelo que foi apurado no IML, teriam sido provocadas de dois a três dias antes da morte.

Tíner

De acordo com a polícia, o garoto costumava cheirar tíner. “É possível que ele tenha morrido por inalação ou ingestão de entorpecente”, afirmou.