A Justiça revogou parcialmente o sigilo sobre o processo da médica Virginia Soares de Souza, suspeita de antecipar mortes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Evangélico. A partir de agora, o conteúdo de depoimentos de testemunhas poderá ser divulgado, entretanto, informações referentes a prontuários de pacientes e escutas telefônicas feitas pela Polícia Civil devem continuar em segredo.

A decisão foi tomada depois que o Ministério Público fez um pedido à 2.º Vara do Tribunal do Júri, em função da divulgação de depoimentos, feita pelo advogado Elias Mattar Assad, defensor de Virginia. A decisão foi tomada na semana passada, mas só veio a público ontem.

Continuação

Hoje, às 13h30, começa a segunda fase de instrução do processo. Na semana passada, foram ouvidas 14 testemunhas de acusação, indicadas pelo MP-PR. Nesta nova etapa, serão ouvidas primeiro as testemunhas de acusação que não tiveram tempo de prestar depoimento e as testemunhas de defesa de Virginia. Assad incluiu 64 pessoas, entretanto, este número deverá ser menor.