Com base nos depoimentos dos três presos, acusados de matar a estudante universitária Louise Sayuri Maeda, 22 anos, a polícia descobriu o provável local do assassinato.

Os dois tiros que executaram a jovem teriam sido disparados sobre a ponte do Rio Iguaçu, no final da Rua Nicola Pellanda, no Umbará. O corpo foi jogado na água e levado pela correnteza até um areal, no Campo de Santana, onde foi encontrado 18 dias depois.

Suspeitos de participar da morte da jovem, permanecem presos Elvis de Souza, 20 anos, Fabiana Perpétua de Oliveira, da mesma idade, e Márcia do Nascimento, 21. As duas eram colegas de trabalho da vítima e nenhum deles contava com passagens pela polícia.

O delegado Marcelo Lemos de Oliveira, da Delegacia de Vigilância e Capturas (DVC) acredita que apenas os três presos tenham envolvimento no assassinato, mas ainda não descobriu qual a participação de cada um e o que motivou a morte de Louise. “Os depoimentos deles são contraditórios, principalmente com relação a quem apertou o gatilho. Ninguém assume a autoria”, disse o delegado.

Marcelo afirmou que mais pessoas serão ouvidas na delegacia e, a partir da semana que vem, deverá ser realizada a reconstituição do crime. Para isso, é preciso o consentimento dos detidos. As investigações têm até 18 de julho para ser concluídas, porém o prazo pode ser prorrogado.