“Ninguém vive para sempre”. Está é a frase estampada em um cartaz na parede da sede Moto Club Comando Bravo, na Rua Apucarana, Sítio Cercado, onde Élcio Kaznok, 39 anos, foi assassinado com 13 tiros de pistola calibre 40, na madrugada de domingo. O vendedor de carros estava jogando sinuca e tomando cerveja com os demais membros do clube de motoqueiros quando dois homens entraram no local anunciando assalto. Exigiram as chaves de uma caminhonete estacionada em frente e perguntaram pelo dono. Segundo testemunhas, quando Élcio se manifestou, foi imediatamente executado com a saraivada de tiros.

A vítima vestia camiseta camuflada, com o escudo do clube. O corpo ficou entre a mesa de bilhar e o balcão com as garrafas de bebida. A polícia aposta em duas hipóteses de motivação. A primeira seria desacordo comercial, levando em consideração a profissão de Élcio. A segunda é de crime passional, porque segundo conhecidos, ele seria ‘paquerador‘. ‘Ainda é difícil precisar. A família disse não saber de muita coisa. O clima no local foi de bastante comoção‘, descreveu o investigador Henrique Lima da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).