Policiais civis da Delegacia do Alto Maracanã estão na caça de uma estuprador que além de violentar sexualmente uma menina de 15 anos, ainda a matou por asfixia utilizando a calcinha da vítima para fazer isso.

A identificação dele só se deu graças ao trabalho conjunto desenvolvido com a Polícia Científica do Paraná, por meio do Instituto de Criminalística, que encontrou vestígios do DNA do assassino nas partes íntimas da vítima.

Everton Agnaldo da Silva, 25 anos, é procurado pela polícia nos últimos dias graças a um mandado de prisão expedido pelo juiz Wilson José de Freitas Júnior, da 1.ª Vara Criminal de Colombo.

“Já fizemos algumas diligências aqui na região, mas não o encontramos. Temos informações de que ele pode estar num acampamento sem terra na região de Pinhão. Estamos divulgando as imagens dele hoje para que as pessoas denunciem e nos ajudem a colocar esse marginal, que cometeu um crime bárbaro, atrás das grades”, afirmou o delegado titular da Delegacia do Alto Maracanã, Silvan Orodney Pereira.

O delegado contou que a vítima, Gabriele Fidelis de Lima, havia ido numa festa com amigos. Já de madrugada, ela retornava para casa com esse grupo de pessoas, mas aos poucos cada um foi chegando em sua casa e ela acabou tendo que concluir o percurso sozinha, na Rua Saul Bento Nodari, bairro São Gabriel, em Colombo.

“Foi aí que o marginal apareceu, a levou para um campinho de futebol próximo, a violentou e depois matou usando como arma a calcinha dela”, contou o delegado. Dois dias depois do crime, os policiais receberam a informação de uma amiga da vítima de que Silva teria desejo sexual por Gabriele mas não era correspondido.

Então, levantou-se a possibilidade de ele ser o criminoso. “Trouxemos ele até a delegacia, mas não havia nada contra ele. Ele foi ouvido e liberado, mas o Instituto de Criminalística fez a coleta de sangue e agora com o resultado positivo, conseguimos o mandado de prisão dele”, contou o delegado.