Com base em depoimentos e diligências realizadas, os investigadores de Rio Branco do Sul já conseguiram a identificação de um suspeito de ter assassinado na última sexta-feira, dia 15, o diretor-superintendente da Emprosul, João Ricardo Pinto Ferro, mais conhecido por “João Coró”. Ele foi executado com dois tiros no rosto no escritório da firma.

Segundo Clelio, superintendente da delegacia local, a polícia continua realizando buscas para prender o suspeito. “Esperamos novidades até o final desta semana. Temos a identificação de um suspeito e estamos correndo atrás”. O policial informou que o Instituto de Criminalística ainda não repassou nada para a delegacia relacionado a fita cassete aprendida no dia do assassinato em um dos bolsos da vítima. A fita estava em um gravador e pode ter registrado os últimos minutos de vida do empresário e o teor de uma possível discussão.

O motivo da morte de “João Coró” ainda é um mistério para a polícia. “Ele era bem quisto e não tinha problemas na cidade”, informou Clelio, não acreditando que o diretor possa ter sido morto devido a uma rixa antiga. O crime de latrocínio também foi descartado pela polícia. A vítima foi encontrada com seus bens (relógio e telefone celular) e possuía R$ 2800 reais guardados consigo.

“Somente com a prisão do autor saberemos o motivo da morte”, completou o superintendente. (CB)