De acordo com a Polícia Militar, Moacir foi expulso em 1995, por receptação de veículo. Em 2003, foi detido por roubar caminhonetes. Dois anos depois, voltou a ser preso na Operação Tentáculos, que investigava a morte do major Plocharski, supostamente comandada por um grupo de extermínio formado por policiais 13.º BPM. A ação envolveu policiais federais, civis e militares e cumpriu 27 mandados de prisão. Entre os detidos, estavam os irmãos Eder e Adilson Conde, responsáveis pelo tráfico de drogas na Vila Nossa Senhora da Luz, Cidade Industrial. Em 2007, a Justiça absolveu todos os acusados pelo crime de formação de quadrilha, mas concluiu que Moacir e o tenente Alberto da Silva Santos tiveram participação na morte do major.

Comparsa

Marco deixou a corporação no ano passado, por desvio de conduta. Em nota, assessoria de imprensa da PM, informou que preza pelo bom comportamento do policial e não tolera nenhum envolvimento com o crime.