Além dos crimes registrados em São José dos Pinhais, outras quatro pessoas foram assassinadas e uma permanece internada, baleada na cabeça, entre a noite de sábado (16) e o início da madrugada de domingo (17), na Região Metropolitana de Curitiba. A capital também registrou um homicídio.

Às 20h, Alisson Duarte Petre, 19 anos, foi surpreendido por dois homens encapuzados e correu pela Rua das Violetas, no bairro Boa Vista, em Campo Magro, em busca de socorro. Ele invadiu uma residência, onde foi cercado e atingido por oito disparos, na frente da família que morava no local. Os atiradores fugiram.

Às 23h30, em Campina Grande do Sul, um grupo de quase dez homens encapuzados saiu de um matagal em frente a um bar na Estrada do Mandaçaia, em Campina Grande do Sul, e rendeu todos os clientes que estavam no local. Eles perguntaram várias vezes por Oziel dos Santos Lima, 26 anos.

Assim que encontraram a vítima, eles atiraram várias vezes e fugiram. Oziel morreu na hora, atingido por dois tiros na cabeça e seis nas costas. Valdir Ramos dos Santos, 33 anos, foi atingido por uma bala perdida na cabeça, e foi encaminhado em estado grave de saúde ao Hospital Angelina Caron, onde permanece internado.

Mais violência

No mesmo horário, Hélio Antônio Simões, 29 anos, proprietário de uma boate em Colombo, caminhava com a esposa pela Rua Atalaia, no Jardim Paloma, bairro Guaraituba, quando um homem armado de pistola se aproximou. A esposa informou para a polícia que, sem falar nada, ele atirou quatro vezes contra Hélio e fugiu. A vítima morreu na hora, nos braços da mulher.

Ainda às 23h30, em Curitiba, dois homens de moto passaram atirando contra João Hector da Silva, 21 anos, que estava na Rua Delegado Ricardo Taborda Ribas, no Ganchinho. A vítima também não resistiu aos ferimentos.

Pedradas

Outra vítima foi agredida até a morte com extrema violência, em Fazenda Rio Grande. Marco Aurélio Marques da Luz, 34 anos, foi encontrado caído em frente a um bar na Avenida Cedro, bairro Eucaliptos, por volta de 0h30 de domingo. Uma equipe do Siate foi acionada, mas os socorristas puderam apenas constatar que ele já estava morto.

Ao lado do corpo de Marco estava uma viga de concreto com sangue na ponta, utilizada para agredir o rapaz. Devido ao peso do objeto, a polícia acredita que mais de uma pessoa cometeu o crime.