O taxista Marcos Henrique Lima Brizzi, 24 anos, confessou ter matado Guilherme Averbuck, 27, na noite de sábado. Ele se apresentou na tarde de terça-feira, na Delegacia de Homicídios, e deu uma versão diferente da apurada pela polícia no dia do crime. ?Ele disse que Guilherme desconfiava que ele tinha furtado o estepe de seu carro?, relatou o delegado Jaime da Silva Luz.

Marcos afirmou que, no sábado, quando chegou no prédio onde morava, Guilherme saiu debaixo de uma escada e o atacou, com socos em sua cabeça, momento em que teria puxado a arma e atirado. Após ser interrogado, Marcos foi liberado. A arma do crime foi encontrada pela polícia, logo após o assassinato, escondida na caixa do extintor de incêndio. ?Marcos contou que adquiriu a arma há cinco meses para se defender?, disse o delegado.

Tiros

Guilherme teve o pneu estepe de seu carro furtado dias antes de ser assassinado. Po este motivo, teria colocado vários cartazes no prédio onde morava, na Avenida Visconde de Guarapuava. Após o furto, Guilherme comprou outro pneu estepe, que foi novamente furtado.