Uma pesquisa coordenada por alunos e professores do curso de Psicologia da FAE Centro Universitário de Curitiba mostrou o quanto a rede social modifica o dia a dia das pessoas. É a luta constante da vida real x virtual.

Com uma amostra de 679 pessoas, o objetivo do estudo foi coletar dados sobre os hábitos dos usuários nas redes sociais para entender os motivos dessa atração pelas redes sociais e como essa relação tecnológica pode afetar positivamente ou negativamente as pessoas.

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De acordo com os dados obtidos, 16% das mulheres afirmaram passar até 5 horas nas redes sociais, sendo que 91,5% delas passam esse tempo exclusivamente no Instagram. Além disso, foi verificado que de mulheres de 15 a 39 anos, 28,1% relataram que fariam algum tipo de procedimento estético por influência do que é visto nas mídias sociais.

Na pesquisa universitária, as mulheres se mostraram mais interessadas em temas como saúde e bem-estar, com 65,3% das respostas totais, do que os homens que apresentaram uma média de 42,1%. O mesmo aconteceu com os conteúdos de celebridades, onde os homens apresentaram uma média de 15,2% do total e as mulheres 32,3%. No geral, o público masculino mostrou mais interesse por assuntos como business, notícias e humor. Adriano Toledo Pereira, coordenador da pesquisa e professor da disciplina Estatística e Pesquisa Quantitativa, relata que os números chegar a assustar. “Essa quantidade de pessoas dependentes da rede social é muito grave. É uma fuga da realidade”, disse Adriano.   

Vai uma curtida?

Para os usuários da rede em geral, tanto homens quanto mulheres, a importância da interação de curtidas e comentários nas postagens chega a quase 20%, ou seja, quando ocorre uma baixa interação nas postagens gera certa frustração, a qual atinge 33,3% do público total, sendo aproximadamente 16% representado pelas mulheres.

As curtidas de interação, as quais são dadas como o primeiro fator derivado do uso do aplicativo Instagram, resultam em frustrações. Como consequência, o segundo fator entra em ação, o uso de filtros de reparação de “defeitos”, que é responsável por evitar tais frustrações. Com o estudo, o resultado mostrou que a impotência, a insegurança e a angústia são as emoções mais significativas geradas pelo uso excessivo das redes, as quais se manifestam em maior escala nas mulheres, atingindo a média máxima de efeito.

Mudança de hábitos

Os alunos responsáveis pela pesquisa foram os estudantes Bruna Rossi, Heloísa de Cassia Ribeiro, Luisa Balarezo Ribas Curcio, Marco Aurélio Mendes Júnior, Nathalia da Silva Rodrigues e Thaina da Silva França, concluíram que é preciso mudar os hábitos diários para limitar o uso nas redes sociais. “Eu penso que a mudança no estilo de vida seria importante. Existe uma preocupação enorme quanto à saúde mental que é afetada”, comentou Nathalia.

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